Curso aborda dicas e desafios para empreendedores de games

Começam nesta segunda-feira (26) as inscrições para o curso a distância Dicas e desafios para empreendedores.

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Este é o segundo curso de uma série de três cursos promovidos pelo Ministério da Cultura (MinC), Associação Brasileira dos Desenvolvedores de Jogos Digitais (Abragames) e Núcleo de Estudos em Economia Criativa e da Cultura da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (NECCULT-UFRGS) para a capacitação de futuros ou atuais profissionais do mercado de jogos eletrônicos. Também estão abertas, desde 31 de janeiro, inscrições para o curso O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades. E, em breve, será lançado o curso Internacionalização no setor de games.

O curso Dicas e desafios para empreendedores tem três eixos principais. O primeiro trata de financiamento e monetização de games, colocando em perspectiva como arrecadar fundos e, posteriormente, como se tornar financeiramente sustentável. O segundo eixo trata das relações contratuais e com outros atores da indústria (desenvolvedoras, publicadoras) e como criar uma imagem para o estúdio desenvolvedor. O terceiro eixo discute os desafios enfrentados pelos empreendedores do setor e como contorná-los. Não é necessário ter feito o primeiro curso para participar deste.

Com cinco aulas, o curso O setor de games no Brasil: panorama, carreiras e oportunidades faz uma análise inicial do setor, sua importância na economia criativa, nas estruturas das desenvolvedoras independentes e na articulação de comunidades que permitam um crescimento conjunto do setor. Foca também nas experiências dos profissionais que construíram uma carreira no setor de jogos no Brasil. A ideia é mostrar quais são as possíveis áreas de atuação dentro do mercado de games, entre as quais estão roteirista, programador e designer, entre outras. Inscrições neste link.

O terceiro curso, com abertura de inscrições em data a ser definida, terá como tema a Internacionalização no setor de games. As aulas apresentarão oportunidades de atuação internacional e a rede de apoio estruturada para ajudar os desenvolvedores nessa nova etapa de negócios. Também oferecerão uma visão geral do processo de internacionalização e de como o setor de games pode ser entendido nesse contexto, atentando para o projeto Brazilian Game Developer (BGD) e para as iniciativas da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimento (Apex-Brasil) e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) em parceria com a Abragames. Serão apresentadas, ainda, as características de potenciais mercados para expansão das empresas brasileiras, como a China e a América Latina.

Gerados a partir do conteúdo dos debates da edição de 2017 do Brazil’s Independent Game Festival (BIG Festival), o maior festival de jogos independentes da América Latina, cada curso tem 30 horas. Eles estarão disponíveis gratuitamente na plataforma de cursos on-line Lúmina, da UFRGS, contarão com material de apoio e, ao final de cada um, os participantes receberão certificado da universidade gaúcha. Não é neceDurante o BIG Festival 2018, entre os dias 27 e 29 de junho em São Paulo, haverá uma solenidade de entrega de certificado para as dez primeiras pessoas que completarem os três cursos.

Games no Brasil

O faturamento do setor de games no Brasil em 2017 foi de R$ 1,3 bilhão, segundo pesquisa realizada pelo MinC, BNDES, Abragames e BIG Festival, entre junho e julho do ano passado com 151 empresas independentes de jogos digitais. O faturamento mundial no mesmo ano foi de R$ 116 bilhões. Estima-se que em 2020 este valor chegue a US$ 143,5 bilhões – um crescimento médio de 7,3% ao ano.

A maioria das empresas de games no Brasil estão nas regiões Sudeste e Sul (78%). São Paulo concentra a maior parte dos desenvolvedores de games, seguido do Rio Grande do Sul e do Rio de Janeiro. A metade das empresas do setor (50%) já passaram de três anos de funcionamento e mais de 70% têm até cinco colaboradores. Mais da metade tem até três jogos lançados e atua tanto no mercado brasileiro quanto internacional.

Desde 2009, o MinC investe em games por meio de editais: já investiu R$ 20 milhões pela Ancine e R$ 3 milhões pelas secretaria do Audiovisual e de Economia da Cultura.

Fonte: Ministério da Cultura

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Autor: Allan Reis

Iguaçuano, fotógrafo, graduando em Administração e pós-graduado em Planejamento Estratégico em Mídias Sociais. Idealizador do Cultura BXD e entusiasta de cultura digital.

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